Vantagens em fazer consórcio para adquirir imóvel ou veículo

Quem está pensando em investir em um bem de alto valor, como um imóvel ou um carro novo, normalmente recorre a um financiamento como modalidade de compra parcelada. Existe, porém, outra opção, que oferece boas vantagens para quem aposta nela: o consórcio.

Modalidade já bastante consolidada no Brasil, o consórcio vem ganhando força pela flexibilidade que oferece aos seus participantes, com menor exigência para adesão e maior poder de decisão sobre prazos e valores de parcelas. Conheça melhor o consórcio e as vantagens que pode trazer ao seu bolso!

6 vantagens do consórcio para a compra de carro ou imóvel

Listamos aqui as principais vantagens do consórcio em relação ao financiamento, tanto para imóveis quanto para automóveis. Se está planejando a aquisição de um desses bens, não deixe de considerar o consórcio como opção de compra parcelada.

1.Facilidade de adesão

Ao contrário da contratação de um financiamento, que exige comprovação de renda e analisa seu histórico financeiro junto a instituições como SPC e Serasa, no consórcio não há necessidade de cumprir esses requisitos na adesão, somente quando o cliente for utilizar a carta de crédito, depois da contemplação. Por esta razão, esta modalidade de compra parcelada é especialmente vantajosa para profissionais que atuam de forma autônoma ou pessoas que possuam significativa parcela de sua renda oriunda de meios variáveis, como comissões, por exemplo.

2. Sem obrigatoriedade de entrada

Da mesma forma, não existe necessidade de entrada na adesão a um consórcio. Ou seja, você pode começar a investir em seu sonho, mesmo sem ter acumulado grandes valores previamente para isso.

Lembre-se de que no financiamento de imóveis a entrada pode chegar a 50% do valor total do bem, um alto montante para pessoas que estão no início da vida profissional ou ainda organizando-se financeiramente. Para veículos, o valor de entrada costuma ficar em torno de 20%.

3. Flexibilidade de planos e mensalidades

Outra vantagem do consórcio frente ao financiamento é a flexibilidade de planos e mensalidades, que podem ser ajustadas de acordo com o prazo para pagamento, valor do bem desejado e, mais importante, à sua capacidade de pagamento. Desta maneira, muito mais fácil do que em um financiamento, é possível ajustar as parcelas de forma que não se tornem um grande peso para o seu bolso.

4. Sem taxas de juros

Quem já aderiu ou simulou um financiamento, sabe que as taxas de juros acabam aumentando o valor total do investimento significativamente, uma vez que eles podem variar de 15% a 30%, dependendo da modalidade, do valor de entrada e do prazo de pagamento. Soma-se a isso, ainda, o IOF, outra tarifa que encarece a compra de um bem.

Neste ponto, o consórcio torna-se bastante vantajoso, uma vez que não há incidência de taxas de juros, apenas pagamento da taxa de administração, que é diluída ao longo das mensalidades. Muito mais leve para seu orçamento!

5. Investimento programado

Outra vantagem do consórcio é a possibilidade de compra programada, especialmente para quem não tem disciplina para acumular capital para usar como entrada em um financiamento.

Especialistas em finanças recomendam que o financiamento seja a opção apenas para aqueles que precisam do bem no ato, pois, para quem pode esperar e se planejar, o consórcio é muito mais benéfico para a saúde financeira.

6. Uso do FGTS

No consórcio, é possível a qualquer momento utilizar os recursos do FGTS para quitar ou adiantar parcelas pendentes, assim como para oferecer um lance que garanta a contemplação da carta de crédito com maior antecedência.

Já no financiamento imobiliário, essa opção é restrita a apenas algumas modalidades de adesão.

Informe-se e escolha pela sua saúde financeira

Comprar um bem como uma casa ou um carro é um grande passo na vida de qualquer pessoa. Este momento, porém, não pode comprometer sua organização e saúde financeira, especialmente se envolver planos para pagamento a longo prazo.

Por isso, na hora de fazer um investimento deste porte, não deixe de avaliar todas as opções disponíveis e de escolher aquela que tem impacto mais positivo para seu bolso. Lembre-se, é claro, de que o planejamento é essencial para uma boa relação com o dinheiro. Portanto, o ideal é pensar com antecedência na realização desses sonhos!

Quer entender melhor como um consórcio pode ajudá-lo na realização de um grande sonho? Entre em contato com a equipe da Novi Soluções Financeiras!

Investir em imóveis ainda é um bom negócio?

Comprar imóveis como forma de investimento sempre foi uma prática comum no Brasil, que se tornou popular especialmente quando houve um boom de novos empreendimentos, por volta dos anos 2000. Solidez e retorno garantido costumam ser os principais atrativos para este tipo de investidor, porém, com a crise econômica, muitos ficaram com receio em focar neste tipo de aquisição, tanto para moradia quanto para rentabilização por meio de aluguel para terceiros.

Apesar dessa insegurança, entretanto, o mercado imobiliário continua sendo uma boa forma de aplicar seu dinheiro, entenda neste artigo o porquê.

Porque investir em imóveis continua vantajoso

Mesmo com a economia ainda em crise, o setor imobiliário reserva boas oportunidades para quem escolhe a compra de um imóvel como investimento. Entenda melhor:

Investimento sólido

Comprar um bem de alto valor como um imóvel residencial ou comercial é um investimento sólido, uma vez que, além de tornar-se parte de seu capital, permite que você tenha acesso a crédito em diversas modalidades. Entre elas, está o crédito com garantia imobiliária, opção de empréstimo com menor taxa de juros existente no mercado hoje.

Retorno garantido

Quem compra imóveis com o objetivo de alugar, tem oportunidade de garantir retorno financeiro por toda a vida, inclusive como forma de renda durante a aposentadoria. Vale lembrar que o mercado de aluguel no Brasil é sempre bastante aquecido, principalmente para aqueles imóveis que atendem ao público mais jovem, ainda sem recursos para comprar seu próprio imóvel.

Proteção contra a inflação

Os contratos de aluguel têm seus valores atualizados anualmente de acordo com o IGP-M, um dos índices de inflação da nossa economia. Assim, por mais que haja uma pequena desvalorização no mercado, sua perda será menor do que em muitos outros investimentos.

Como investir em imóveis com segurança?

Para investir em imóveis, entretanto, é preciso ter olhar atento para alguns pontos importantes, que irão garantir o melhor retorno a você:

Identificar oportunidades de valorização

Ao comprar um imóvel, sempre leve em conta o seu potencial de valorização ao longo do tempo. Por isso, aposte em cidades, regiões e bairros em crescimento e não deixe de considerar a construção de shopping centers, a instalação de novas estações de metrô, a proximidade de hospitais ou qualquer outro serviço que possa ser um atrativo para novos moradores.

Definir um objetivo

Antes de assinar o contrato, é fundamental também definir um objetivo para o investimento: morar, vender no futuro ou rentabilizar com locação. Este é o primeiro passo para escolher o imóvel ideal para o seu investimento.

Escolher a forma certa de pagamento

Se não tiver o valor do imóvel para pagar à vista, terá que escolher uma opção de compra parcelada. Neste caso, o melhor é aderir a um plano de consórcio, uma vez que não há incidência de taxas de juros, ou seja, seu custo total para o investimento será menor. Outra vantagem do consórcio em relação ao financiamento para investir em imóveis é que você escolhe sua unidade residencial ou comercial após a contemplação com a carta de crédito, portanto, terá mais tempo para escolher a opção com retorno mais garantido para suas finanças.

Conhecer o público de aluguel

Caso o objetivo seja locação, não deixe de pesquisar sobre o perfil de locação em sua cidade. Nas grandes metrópoles, como São Paulo, a preferência costuma ser por apartamentos de 1 ou 2 dormitórios, normalmente com área de lazer e segurança 24 horas. Já em cidades universitárias, por exemplo, esse interesse pode mudar para imóveis maiores, que possibilitem a divisão de custos entre estudantes.

Aguardar o retorno

Ao investir em imóveis, ainda que bastante vantajoso, seu retorno não será imediato, mas de médio prazo. Por isso, se comprar um imóvel na planta, considere o valor médio da locação na região para entender quanto tempo levará para começar a ter rendimento a partir do que investiu.

Investir em imóveis é uma opção para você?

Investir em imóveis continua sendo uma das opções mais sólidas para quem pretende construir capital sem correr riscos. Se este é um dos seus objetivos, vale a pena considerar o mercado imobiliário em sua cidade, sua capacidade de pagamento atual e o retorno financeiro com o qual pode contar no futuro. As oportunidades para a compra deste tipo de bem permanecem interessantes, cabe a você encontrar as melhores opões para o seu bolso!

Você já investe em imóveis? Quais são os pontos que leva em consideração para escolher o imóvel que trará o melhor retorno financeiro para você? Compartilhe em nossos comentários!

Por que o Consórcio é uma boa alternativa?

As adesões a consórcios têm crescido nos últimos dois anos, segundo a ABAC (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio). Veja as principais razões pelas quais o consórcio é um bom investimento:

Não há cobrança de juros

Enquanto os juros do financiamento têm batido recordes, o consórcio é uma modalidade de compra parcelada que não prevê a incidência de juros. Os únicos custos que você tem, além do valor do bem desejado, são taxas administrativas, diluídas ao longo do plano contratado.

Na prática, isso significa que, ao final do plano, seu imóvel ou automóvel custará menos no consórcio do que no financiamento, especialmente em momentos de economia instável como o que vivemos atualmente.

Planejamento de compra

O consórcio é ideal para compras planejadas, portanto, se você é daqueles que têm dificuldade em criar disciplina para juntar dinheiro, esta é uma forma de garantir que suas economias estejam indo direto para a realização de seu sonho.

Ser um investimento planejado, entretanto, não significa que você só terá acesso ao bem no fim do plano contratado. Você pode ser contemplado a qualquer sorteio com sua carta de crédito, assim como utilizar recursos como FGTS ou 13° salário para acelerar seu pagamento e fazer um lance.

Planos flexíveis

Se tem pequenos valores a investir mensalmente, o consórcio é o modelo ideal para a compra de um imóvel ou automóvel, por oferecer maior flexibilidade em seus planos. Você pode escolher o bem desejado e o valor das parcelas de acordo com o que seu orçamento permite, sem risco de contrair dívidas para honrar este compromisso.

Sem restrição de crédito

Com a crise econômica, os bancos ficaram ainda mais criteriosos na análise de crédito para liberação de um financiamento. Se você esteve endividado recentemente ou não consegue comprovar renda facilmente, portanto, tornou-se ainda mais difícil ter acesso a esta modalidade.

Ao contrário da contratação de um financiamento, que exige comprovação de renda e analisa seu histórico financeiro junto a instituições como SPC e Serasa, no consórcio não há necessidade de cumprir esses requisitos na adesão, somente quando o cliente for utilizar a carta de crédito, depois da contemplação.

Garantia do poder de compra

Outra vantagem do consórcio é a garantia do poder de compra de sua carta de crédito, uma vez que sua valorização acompanha o reajuste das parcelas. Uma boa forma de não perder o valor de seu investimento em períodos de alta na inflação.

Planeje o investimento que cabe no seu bolso

Ficou mais fácil entender por que o consórcio é um bom investimento em momentos de crise? Se você possui sonhos como a compra de uma casa ou a troca de automóvel, tenha em mente que não precisa adiá-los até que a instabilidade econômica deixe de ser uma preocupação – inclusive porque não é algo que deva acontecer no curto prazo. Existem modalidades de compra parcelada ideais para cada momento, basta você conhecer melhor cada uma delas e os benefícios que podem ter para seu orçamento e para a realização de seus objetivos!

Reforma da Previdência: como ter dinheiro na aposentadoria?

Desde o final de 2016, as discussões sobre a Reforma da Previdência Social estão acaloradas. De um lado, a importância de revisão para evitar a quebra do modelo, de outro a preocupação dos trabalhadores sobre a necessidade de trabalhar por mais tempo e ainda ter uma aposentadoria insuficiente para manter o padrão de vida.

De qualquer forma, toda essa movimentação em torno do tema pode ajudá-lo em um ponto muito importante: se preparar para uma aposentadoria com maior segurança financeira o quanto antes.

Para ajudá-lo, neste artigo vamos falar sobre alternativas à Previdência Social. Confira!

Opções para chegar à aposentadoria com independência financeira

Para entender a importância de poupar para a sua aposentadoria, independentemente das mudanças na Previdência Social, basta considerar que hoje apenas 4% dos brasileiros guardam dinheiro para aposentadoria. Com isso, muitos dos aposentados vivem sem independência financeira, dependendo da ajuda de amigos e familiares para poderem se sustentar. É isso que você deseja para o seu futuro? Então siga as dicas abaixo!

Eliminar as dívidas

Chegar à aposentadoria com dívidas é o pior que pode acontecer para o seu bolso, mesmo que sejam investimentos como o financiamento de um imóvel. Uma vez que você terá capital limitado e não estará mais trabalhando, destinar parte de sua renda para pagamentos de parcelas e juros pode se tornar uma verdadeira bola de neve. Planeje-se, portanto, para pensar em suas principais aquisições o quanto antes e, é claro, evite empréstimos sempre que for possível.

Investir em bens de alto valor

Adquirir bens de alto valor antes de parar de trabalhar é uma excelente forma de construir capital e, até mesmo, de garantir uma forma de renda passiva. Se tiver mais de um imóvel, por exemplo, pode ter um apenas para locação, utilizando o valor do aluguel como rendimento durante a aposentadoria. Vale lembrar, ainda, que bens como imóvel e veículo podem ser garantia para a modalidade mais barata de crédito disponível hoje no mercado, o refinanciamento – uma ótima maneira de fugir dos altos juros caso precise de um empréstimo.

Contratar um plano de Previdência Privada

Contratar um plano de Previdência Privada é a melhor alternativa para quem não tem disciplina para juntar dinheiro para aposentadoria. Isso porque você deposita mensalmente os valores definidos pelo plano que escolheu, que ficam aplicados em um fundo de investimento. Para isso, costuma-se pagar uma taxa de administração e é possível mudar o montante de aplicação caso ela se torne menos atrativa.

Aplicar suas economias

Mas, se você tem boa disciplina para juntar dinheiro de forma independente, vale a pena gerenciar seus próprios investimentos para a aposentadoria. É importante lembrar que estes valores devem ficar em aplicações diferentes de suas reservas para emergências ou para a compra de um carro, uma viagem ou qualquer outro plano. Escolha uma opção segura e de longo prazo e defina um valor mensal para guardar, de acordo com o que pretende ter em sua aposentadoria.

Preparar-se para o futuro que deseja

Para ter independência financeira na aposentadoria, é fundamental que você visualize essa situação futura, por mais distante que ela pareça estar. Pense na idade com a qual pretende parar de trabalhar, em quantos anos deve viver e qual o estilo de vida que pretende levar: mais simples ou aproveitando para ter novas experiências? Seja qual for sua escolha, é importante se organizar para que isso aconteça até lá!

Não procrastine suas economias

Depois de ler essas dicas, é muito importante que você comece a mudar seu comportamento, sem procrastinar suas economiaspara quando parar de trabalhar. O recomendado, inclusive, é poupar a partir das primeiras experiências profissionais. Um pouco menos hoje garantirá mais amanhã!

Quer entender como ter uma relação mais saudável com o seu dinheiro? Conheça as opções de educação financeira da Novi Soluções Financeiras!

5 dicas para contratar um consórcio com segurança

Uma preocupação comum para quem está pensando em contratar um consórcio para compra de um carro ou imóvel é em relação à segurança. Nada mais natural, afinal, estamos falando sobre bens de alto valor, que exigem atenção redobrada em sua aquisição.

Por este motivo, separamos neste artigo algumas dicas para você aderir a esta modalidade de compra parcelada com tranquilidade, garantindo que seu objetivo seja realizado sem dor de cabeça no processo. Confira!

5 dicas para contratar um consórcio com segurança

Veja abaixo os cuidados que você deve tomar na contratação de um consórcio para compra de imóvel ou carro:

1.Escolha uma administradora de confiança

Na hora de aderir a um plano de consórcio, é fundamental buscar referências sobre administradoras de confiança para gerenciar seu investimento. Peça recomendações e converse com a equipe de atendimento da empresa para tirar todas as suas dúvidas. Vale a pena também fazer buscas na internet, especialmente em sites como o Reclame Aqui, que podem mostrar se existem clientes insatisfeitos com a gestão dos consórcios.

2.Entenda bem as condições e cláusulas do contrato

Muita gente não lê contrato, mas, na compra de um bem de alto valor, esse comportamento é essencial. De preferência, peça uma cópia do documento antes da assinatura, para poder ler com atenção e anotar todas as dúvidas a serem solucionadas na adesão ao plano.

3. Desconfie de promessas de contemplação

A partir de sua entrada no grupo de consórcio, você pode ser contemplado a qualquer sorteio realizado mensalmente, mas nenhuma administradora pode prometer uma data exata de quando isso vai acontecer. Desconfie se a empresa com a qual está negociando fizer alguma promessa do tipo.

4. Cuidado ao comprar cotas de terceiros

Caso esteja comprando a cota de consórcio de outra pessoa, ainda assim é preciso entrar em contato com administradora e checar todas as informações a respeito de pagamentos e condições para contemplação, assim como os requisitos necessários para a transferência de titularidade.

5. Entenda as taxas e parcelas

Quando fizer a simulação de seu plano, converse com a administradora o suficiente para entender prazo de pagamento, valor das parcelas e taxas a serem cobradas. É importante, ainda, conhecer as políticas em relação à inadimplência ou à desistência do grupo. Segundo a legislação, nestes casos, o valor pago deve ser devolvido com correção ao acontecer a contemplação da carta de crédito.

Você está pronto para fazer um consórcio?

Ficou mais tranquilo em relação à adesão a um consórcio? É importante lembrar que, quando contratado junto a uma administradora regularizada junto ao Banco Central, esta é uma modalidade de compra parcelada totalmente segura. Você apenas precisa conhecer todas as cláusulas e condições do contrato que está assinando, para entender como são os acordos em relação às diferentes situações que possam ocorrer ao longo do plano, como atraso no pagamento das parcelas ou desistência.

Está interessado em contratar um consórcio? Converse com a equipe da Novi Soluções Financeiras e faça a sua simulação!

 

 

Como escolher um carro que cabe no seu bolso?

Mesmo com a queda de mais de 26% na venda de automóveis em 2016, não dá para negar que a compra de um carro continua sendo um dos maiores sonhos do brasileiro. Com a perspectiva de melhoria na economia a longo prazo, este é, inclusive, um desejo que volta para o planejamento financeiro de quem adiou a aquisição deste bem nos últimos meses.

Esse investimento está nos seus planos para este ano? Então confira neste artigo algumas dicas importantes para você escolher um carro que cabe no seu bolso!

Dicas para escolher um carro

Por mais que seja encarado por muitos como um sonho, a compra do carro exige um olhar mais atento para a realidade, necessitando de muito planejamento, seja pelo valor do investimento, seja pelos custos envolvidos na manutenção do veículo no futuro. Veja nossas dicas para acertar na sua escolha!

Conheça bem seu orçamento

Seja qual for a compra que deseja fazer, de uma calça a nova a um carro próprio, ela precisa estar de acordo com o seu orçamento. Portanto, nada de tomar decisões antes de saber exatamente como anda sua saúde financeira e quanto pode investir por mês em um novo automóvel.

Avalie as opções de consórcio e financiamento

Existem duas opções principais para a compra parcelada de um carro no mercado, o financiamento e o consórcio. Em um momento que ainda é de instabilidade econômica, porém, o consórcio tem sido a melhor opção, uma vez que não há incidência de taxas de juros – ou seja, o valor total a ser pago será inferior.

O consórcio é indicado, ainda, para quem não tem pressa em aguardar pela contemplação com a carta de crédito, que pode acontecer a qualquer sorteio mensal a partir da adesão. Desta forma, você terá mais tempo para escolher o modelo, a marca e até a cor do carro que cabe no seu bolso.

Defina as parcelas que cabem no seu bolso

Falando em parcelas que cabem no orçamento, no consórcio é possível optar pelo plano que oferece as melhores condições para pagamento, de forma que não se torne um investimento pesado para as suas contas pessoais.

Especialistas recomendam que no máximo 20% de sua renda mensal familiar seja destinada para este investimento. Portanto, se a renda é R$ 5 mil, o valor de sua parcela do consórcio deve ficar por volta de R$ 1 mil.

Considere opções da mesma categoria

Um erro comum na compra de um automóvel é se fixar naquele “carro dos sonhos”, sem avaliar as outras opções existentes no mercado. Não caia nesta armadilha, que pode levar você, inclusive, a pagar mais caro por menor qualidade. Avalie as principais opções disponíveis dentro da categoria que está considerando, inclusive fazendo test-drive.

Novo ou usado

Uma dúvida comum ao escolher um carro é decidir entre um novo ou usado. Para quem tem capacidade financeira, a opção mais segura é o zero quilômetro, já que não terá que se preocupar com o histórico do veículo.

Entretanto, para quem busca modelos mais equipados ou não consegue arcar com os custos de um carro novo, os seminovos podem ser a melhor alternativa.

Pense nos custos futuros

Não são pequenos os custos envolvidos na manutenção e no uso de um carro e, sem dúvidas, eles não devem ser ignorados por você. Nesta etapa inicial, avalie principalmente o valor estimado para o seguro e também o consumo de gasolina, que podem ser fator de decisão entre um ou outro modelo. Ainda, um ponto a ser considerado é o potencial de depreciação, principalmente para os veículos “da moda” ou com cores pouco atrativas para a revenda.

Desejo versus poder de compra

Com estas dicas para escolher um carro, é importante que você guie seu planejamento para realizar esta aquisição da forma mais realista possível, colocando seu poder de compra à frente daquilo que deseja. O carro dos seus sonhos deve ser aquele que cabe no seu bolso e, principalmente, que não o coloca em dívidas. Se ainda não for aquele modelo tão idealizado, não se preocupe, com organização financeira você chega lá no futuro!

Quer entender melhor como pode comprar um carro com a ajuda de um consórcio? Simule planos e parcelas com a Novi Soluções Financeiras!

Quais são as melhores soluções de investimentos para os indisciplinados financeiramente?

Reservar dinheiro para a aposentadoria, ter um investimento para usar em caso de emergências, economizar para a compra da casa…  Todo mundo sabe da importância de guardar dinheiro e muitas pessoas, inclusive, podem até ter a intenção de organizar a vida financeira neste sentido. Mas quantas realmente conseguem ter disciplina para economizar uma parcela do que recebem todos os meses? Segundo uma pesquisa do Banco Mundial, poucas: apenas 28% dos brasileiros pouparam algum valor nos últimos 12 meses.

Se guardar dinheiro para alcançar os objetivos também é difícil para você, conheça neste artigo algumas opções de investimento para indisciplinados financeiramente.

Soluções para investir para quem não tem disciplina

A principal regra para ser disciplinado em relação a investimentos é investir primeiro, gastar depois. Infelizmente, para muitas pessoas, não é tão fácil assim. Por isso, bancos e outras instituições do mercado financeiro oferecem soluções que garantem que essa reserva mensal aconteça. Conheça as principais:

Aplicações automáticas

Os grandes bancos costumam oferecer opções de investimento programado, seja para caderneta de poupança, seja para fundos que administram. Basta fazer o agendamento pelo internet banking, preferencialmente para a data em que recebe seu salário. Por menores que sejam os valores, assim já é possível acumular o suficiente para não ficar no aperto em uma situação indesejada, como o desemprego.

Corretoras de ações também passaram a oferecer a opção de investimento programado recentemente, muitas delas de forma automática. Ou seja, um sistema define qual o melhor rendimento de acordo com o seu perfil. É claro, nesse caso, o importante é sempre acompanhar o desempenho do investimento, nada de aplicar seu dinheiro e esquecê-lo!

Consórcio

Para quem planeja comprar um imóvel ou um carro nos próximos anos, o consórcio é uma excelente forma de investir, mesmo sem disciplina. Esta é uma modalidade de compra programada, em que não há exigência de aporte inicial e em que as parcelas mensais são calculadas de acordo com o valor do bem, sem pesar no orçamento.

Além de não ser necessário juntar uma grande quantia inicial, como acontece no financiamento, no consórcio não há incidência de juros e a carta de crédito mantém seu valor de mercado. Uma ótima opção de investimento em tempos de crise!

Previdência privada

Cada vez mais fica claro que não é suficiente contar com a Previdência Social para uma aposentadoria com independência financeira. Portanto, se não tem disciplina para economizar mensalmente um valor e investi-lo na aplicação de sua preferência, o melhor caminho é fazer um “investimento forçado” e contratar um plano de previdência privada.

Vale lembrar que este é um investimento de longo prazo, portanto, na hora de escolher o plano, é importante optar por aquele que permita mudança para outra aplicação em caso de baixo rendimento.

O importante é começar a investir!

Agora que você conhece algumas soluções para investir mesmo sem ter disciplina, é fundamental ter consciência de que o mais importante neste momento é começar a guardar seu dinheiro. Não se preocupe em encontrar as aplicações mais rentáveis do mercado, possivelmente você ainda não tenha nem experiência nem perfil para isso.

Faça seu planejamento financeiro, saiba quanto pode poupar por mês e comece pelas opções mais seguras, como consórcio, previdência privada ou até mesmo aplicações de renda fixa ou Tesouro Direto. Com o tempo, você terá conhecimento e disciplina para fazer seu dinheiro render ainda mais!

Conheça as novas regras para o cartão de crédito!

Ainda no final de 2016, a equipe econômica do Governo anunciou uma série de medidas para estimular a economia e o país a sair mais rapidamente da crise. Entre elas, estão alterações nas regras do cartão de crédito, um dos maiores vilões para os endividados.

Mas como, na prática, essas medidas irão impactar as suas finanças pessoais? Confira neste artigo!

Cartão de crédito: as principais mudanças para o consumidor

Uma das formas de pagamento preferidas por nós, o cartão de crédito pode ser uma grande armadilha para o orçamento pessoal. Hoje, a inadimplência neste modelo chega a 36%, um dos principais motivos para o Governo definir medidas que alterem as suas regras. Conheça as principais delas:

Diminuição dos juros

A principal medida tem a ver com os juros do cartão de crédito, cobrados quando o proprietário do cartão opta por pagar o mínimo da fatura – também conhecido como rotativo. Esta é dívida mais cara existente hoje no mercado, com juros que chegaram a 482% ao ano em novembro de 2016.

Esses juros são definidos pelos bancos, que levam em consideração o potencial de calote por parte de usuários, que, em momentos de crise, tornou-se mais elevado. Agora, o Governo incentiva que esses juros caiam pela metade, com quedas previstas ainda para o primeiro semestre do ano.

Apesar de esta medida ser um alívio para os endividados no cartão, entretanto, esta continuará sendo uma das piores dívidas existentes, continue evitando-a o máximo que puder!

Parcelamento da dívida

Para que seja possível a redução dos juros do cartão, outra medida proposta pelo Governo é o parcelamento da dívida após 30 dias sem pagamento. Isso significa, na prática, que os juros do cartão irão incidir apenas por este período e, após, serão substituídos por taxas ainda menores do que atuais (estima-se que ¼ dos juros cobrados hoje).

Com isso, diminui o potencial “bola de neve” das dívidas no cartão, mas, da mesma maneira, continua a necessidade de atenção com os gastos nesta forma de pagamento.

Desconto à vista

Outra mudança autorizada por Temer é a possibilidade de os comerciantes oferecem desconto aos consumidores para o pagamento à vista. Este é um incentivo que desestimula as compras parceladas no cartão de crédito, ao oferecer um benefício direto principalmente para quem irá fazer uma compra de alto valor.

Quando começam a valer as mudanças no cartão de crédito?

Ainda há muita discussão em torno das novas medidas econômicas, tanto por parte de quem acredita que as mudanças terão um impacto positivo, quanto por parte de especialistas que não enxergam uma melhora significativa na economia a curto prazo.

Algumas mudanças, como o desconto à vista, já estão sendo praticadas, de acordo com a decisão dos lojistas sobre o valor a ser oferecido. Outros, porém, ainda levarão alguns meses para serem percebidos, como justamente, a comemorada queda na taxa de juros do cartão de crédito.

De todo modo, para o consumidor esta é uma oportunidade de aprender a usar de maneira mais saudável esta forma de pagamento, sofrendo menor impacto em seu orçamento na eventualidade de cobrança de juros, mas, principalmente, evitando que isso aconteça.

Você já fez todo o seu planejamento financeiro para 2017?

Por mais que brasileiro adore dizer que o ano só começa depois do Carnaval, as finanças pessoais não podem acompanhar essa expressão. Especialmente com todos os custos extras do início do ano, como IPVA, IPTU e materiais escolares.

Se pretende ter um 2017 com as contas no azul, mas estava esperando o fim das férias para olhar para seu orçamento, é bom repensar seus planos e começar logo seu planejamento financeiro. Veja neste artigo algumas dicas para montar o seu!

Por que planejar?

Pense em uma empresa: o quanto você acha que um negócio pode crescer sem planejamento? Por mais óbvia seja a importância de fazer planos e de traçar metas, entretanto, ainda tem muita gente que foge da responsabilidade de acompanhar o orçamento pessoal e de traçar um planejamento financeiro todo início de ano.

Não por coincidência, são estas as pessoas que costumam ficar endividadas ou, no mínimo, que não conseguem realizar seus sonhos de comprar uma casa, trocar de carro ou fazer uma grande viagem. Sem contar que, em momentos de instabilidade econômica como o que vivemos, torna-se ainda mais determinante para manter as contas em dia, ter um orçamento financeiro pessoal bem organizado.

Antes de tudo: faça um diagnóstico

O primeiro passo para fazer seu planejamento financeiro para 2017 é olhar para a situação atual. Está endividado, apenas com as contas apertadas ou com o saldo no azul e prevenido para eventuais emergências?

Esta análise irá definir outro ponto principal para seu orçamento: a definição de metas. Sim, pois todo planejamento financeiro deve ter objetivos a serem alcançados, que serão sua motivação para controlar gastos diariamente, para buscar renda extra e para investir corretamente.

Coloque no papel tudo o que é mais importante e possível conquistar neste ano: sair das dívidas, engordar as reservas financeiras, tirar férias em um lugar dos sonhos, entre outros. Não deixe de manter esses objetivos visíveis de alguma forma, será um incentivo extra a cumprir o que planejou.

O que seu planejamento financeiro precisa ter

Ao realizar seu planejamento financeiro pessoal, não importa tanto a ferramenta que usará para isso – seja um aplicativo, uma planilha no excel ou um caderno. O mais relevante é que seja um formato que você realmente utilize no seu dia a dia e que permita ter uma boa visualização sobre os principais elementos de um plano para finanças pessoais. Veja quais são a seguir:

1.Suas receitas

Em primeiro lugar, devem estar no seu planejamento financeiro as principais fontes de receitas com as quais pode contar, com data prevista para entrada em sua conta e valor realista. As principais receitas são:

  • Salário
  • Comissões
  • Pró-labore
  • Rendimento de ações
  • Valores recebidos por serviços prestados
  • Renda com aluguéis

Se você tem renda variável, utilize uma média do ano anterior como padrão. Mas não se esqueça, caso a receita seja menor do que o planejado, as despesas também precisarão ser ajustadas.

2. Suas despesas

Depois de colocar no papel a previsão de entradas financeiras, é hora de planejar para onde serão direcionados seus gastos. Comece listando seus custos fixos e essenciais, como os abaixo:

  • Aluguel ou parcela do financiamento
  • Água, luz, telefone e gás
  • Plano de saúde
  • Alimentação
  • Transporte

Após listar estes custos dos quais não pode abrir mão, mas ainda estabelecendo limites para eles, é hora de colocar teto para gastos em outras categorias:

  • Lazer
  • Viagens
  • Compras de roupas e sapatos
  • Aquisições de novos eletrônicos e eletrodomésticos

É muito importante que cada um destes custos esteja alocado da melhor forma dentro de seu planejamento. Por exemplo, se precisa reformar a casa, mas ainda não tem dinheiro guardado para isso, considere quantos meses de economia serão necessários para que acumule o valor necessário até lá.

3. Seus investimentos

O último elemento importante em seu planejamento financeiro são os investimentos, ou seja, o quanto irá guardar por mês, quais são os objetivos e onde estes valores serão aplicados. É muito importante que leve em consideração os investimentos para sua aposentadoria e também as reservas para emergências, como ficar desempregado ou doente, por exemplo.

Na hora da aplicação também não se esqueça: escolha de acordo com o seu perfil de investidor, o rendimento e o prazo mínimo para a saque.

Não demore a começar seu planejamento financeiro!

Por mais que ainda estejamos em janeiro, se ainda não fez seu planejamento financeiro para 2017 com certeza está atrasado. Portanto, não adie mais essa tarefa, que com certeza irá determinar como ficará sua saúde financeira ao longo de todo ano!

Como a movimentação do dólar afeta seu bolso?

Depois de meses acompanhando apenas altas na cotação da moeda norte-americana, no segundo semestre de 2016 enfim pudemos ver o dólar cair em relação ao real. Mesmo com instabilidades que levam a altas e baixas em sua cotação, neste ano a queda acumulada do dólar está em torno de 14%, motivo para esperar por melhorias não só no orçamento do país, mas também no bolso dos brasileiros.

Ainda que com cotação por volta de R$ 3,40 e alta em novembro, após a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos, o valor da moeda americana deve evoluir para a estabilidade quando comparada ao real nos próximos meses. E não pense que isso é positivo apenas para quem pretende viajar ou comprar produtos importados, todos os brasileiros são afetados pela variação da moeda. Saiba melhor como neste artigo!

Veja como a queda do dólar contribui para suas finanças pessoais

Existem pontos positivos e negativos para a queda do dólar na economia brasileira. De qualquer forma, quando falamos em finanças pessoais, os efeitos tendem a ser mais favoráveis para o nosso bolso. Entenda o porquê:

Combustível em baixa

Por terem seus preços definidos em dólar, tanto álcool quanto gasolina deveriam ter menores valores para o consumidor nas bombas dos postos com a queda do dólar. Infelizmente, isso provavelmente não será visto na prática, uma vez que a Petrobrás anunciou aumento no preço cobrado das refinarias pelos combustíveis, devido a um déficit de valor dos últimos meses – justamente pelo preço não ter aumentado durante a alta mais significativa da moeda americana.

De qualquer forma, espera-se que os custos de álcool e gasolina se tornem mais estáveis a partir de agora, com a nova política da Petrobrás de monitorar os preços mensalmente, evitando oscilações muito bruscas nos preços.

Mais barato viajar

Quem adiou as férias no exterior pode finalmente começar a planejar a viagem internacional. Com a queda do dólar, não é apenas o custo com hospedagem, alimentação e compras que cai para os turistas, mas também o das passagens aéreas internacionais.

Até o pãozinho é afetado

Mesmo quem não tem planos de sair do país, pode sentir no bolso pequenas economias com a queda do dólar. Isso porque consumimos em nosso dia a dia muitos produtos que utilizam insumos importados, entre eles o trigo, por exemplo. Com isso, podem cair os preços de pães, massas e bolos, alimentos tão comuns nas nossas refeições.

Sem preço exportação

Os produtos que o Brasil exporta em grande quantidade também deverão ter menor custo para o consumidor. Em momentos de alta do dólar, alimentos como café, soja, carne, açúcar e milho costumam ter seus valores para o mercado interno ajustados ao preço do mercado externo, de forma a garantir equivalência para o produtor, que, caso contrário, veria mais vantagem na exportação e poderia deixar desabastecido o mercado brasileiro.

Como se organizar financeiramente diante da movimentação do dólar?

Por mais que o mercado esteja confiante sobre a progressiva (porém lenta) queda do dólar nos próximos meses, não há motivos para perder a cautela que você adquiriu nos últimos meses com seu orçamento. A economia brasileira continua instável, com inflação alta e desemprego crescente. Por isso, aproveite a queda do dólar com organização financeira, ainda tomando cuidado para não investir altos valores sem planejamento e considerando o impacto para suas finanças pessoais caso esteja pensando em viajar para o exterior.

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